Rafael Costa

TerabitCast episódio 3

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Para quem ainda não conhece, o Terabitcast é um podcast feito pelo pessoal do Terabit, oxenTI, Infodrama, Tambotraising, ME Linka, Erased Citizen, Xim e iCaju .
Juntos fazemos um podcast quinzenalmente abordando diversos assuntos, nesse cast falamos um pouco sobre pirataria, os tipos de pirataria que existem, as leis anti-pirataria, formas que podem revolucionar o mercado, entre outros.
Aqui o Link direto para o site do Podcast.

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Written by rafaelscosta

2 de fevereiro de 2010 at 14:14

Publicado em blogs, Interessante, Podcast, Web

As novidades sobre o HTML5

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Está chegando a nova especificação para o HTML (Hypertext Markup Language) que atualmente se encontra na versão 4.0.1, está previsto para 2012 o lançamento da nova versão (HTML5) atualmente o HTML5 está passando por testes e para saber mais sobre a atual e futura versão, visite o link oficial da World Wide Web Consortium (W3C) http://www.w3.org/TR/html401/ ou http://dev.w3.org/html5/spec/Overview.html

O quê é a W3C?
É um consórcio internacional construído por organizações filiadas, com uma equipe integral e com a participação do público, para colaborativamente desenvolver padróes universais para a web.

O quê vem a ser a nova especificação do HTML 5?
Bem como todos nós sabemos o HTML é um código de formatação de páginas web, desde o seu lançamento o HTML vem sofrendo melhorias, porém nunca houve uma mudança drástica na sua concepção, mas agora isso irá mudar e está sendo desenvolvido por alguns dos melhores programadores do mundo o HTML5. Entre as grandes modificações podemos destacar: novas API’s, entre elas uma para desenvolvimento de gráficos bidimensionais, controle embutido de conteúdo multimídia, aprimoramento do uso off-line, melhoria de depuração de erros entre outros.
Esta evolução da linguagem padrão para web pode eliminar a necessidade de plugins para aplicações multimídia em navegadores, ou seja, irá permitir trabalharmos com qualquer elemento da página, vídeo, áudio, etc e realizar ações que hoje só podemos fazer por meio de tecnologias acessórias.


Novas tags

As novidades do HTML5:

  • Estrutura do corpo: A maioria das webs têm um formato comum, formado por elementos como cabeçalho, pé, navegadores, etc. HTML 5 permite agrupar todas estas partes de uma web em novas etiquetas que representarão cada uma das partes típicas de uma página.
  • Etiquetas para conteúdo específico: Até agora se utilizava uma única etiqueta para incorporar diversos tipos de conteúdo enriquecido, como animações Flash ou vídeo. Agora se utilizarão etiquetas específicas para cada tipo de conteúdo em particular, como áudio, vídeo, etc.
  • Canvas: é um novo componente que permitirá desenhar, por meio das funções de um API, na página todo tipo de formas, que poderão estar animadas e responder a interação do usuário. É algo assim como as possibilidades que nos oferece Flash, porém dentro da especificação do HTML e sem a necessidade de ter instalado nenhum plugin.
  • Bancos de dados locais: o navegador permitirá o uso de um banco de dados local, com a que se poderá trabalhar em uma página web por meio do cliente e através de um API. É algo assim como as Cookies, porém pensadas para armazenadas grandes quantidades de informação, o que permitirá a criação de aplicações web que funcionem sem necessidades de estar conectados a Internet.
  • Web Workers: são processos que requerem bastante tempo de processamento por parte do navegador, porém que se poderão realizar em um segundo plano, para que o usuário não tenha que esperar que se terminem para começar a usar a página. Para isso, se dispõe também de um API para o trabalho com os Web Workers.
  • Aplicações web Offline: Existirá outro API para o trabalho com aplicações web, que se poderão desenvolver de modo que funcionem também em local e sem estar conectados a Internet.
  • Geolocalização: As páginas web se poderão localizar geograficamente por meio de um API que permita a Geolocalização.
  • Novas APIs para interface de usuário: temas tão utilizados como o “drag & drop” (arrastar e soltar) nas interfaces de usuário dos programas convencionais, serão incorporadas ao HTML 5 por meio de um API.
  • Fim das etiquetas de apresentação: todas as etiquetas que têm a ver com a apresentação do documento, ou seja, que modificam estilos da página, serão eliminadas. A responsabilidade de definir o aspecto de uma web correrá a cargo unicamente de CSS.

Exemplo de código com o HTML5

Conclusão, o HTML5 pretende proporcionar uma plataforma de desenvolvimento para aplicações web mais parecidas às aplicações de área de trabalho, onde sua execução dentro de um navegador não irá implicar na falta de recursos ou facilidades para resolver as necessidades reais dos desenvolvedores, que por sua vez terão muito mais opções e recursos com a nova especificação que com certeza irá continuar a evoluir cada vez mais, e quem ganha principalmente com tudo isso somos nós que utilizamos todos os dias a internet e intranet’s, proporcionando a todos um ambiente bem mais rico e agradável de se navegar.

Obs: Vale lembrar que alguns sites já tem elementos do HTML5, um deles é o youtube http://www.youtube.com/html5

Abraços!

Written by rafaelscosta

31 de janeiro de 2010 at 13:18

Publicado em Artigo, HTML, Interessante, web 2.0

Dica – Capturando a imagem do desktop em video

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Na faculdade um colega me apresentou essa ferramenta muito útil para criação de video aulas em sistemas windows.

Link do download após o break.


Segue o link para o download. http://www.smallvideosoft.com/ ou direto por aqui.
  


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Written by rafaelscosta

16 de janeiro de 2010 at 01:54

Publicado em Dica, Youtube

Entendendo os Bancos de Dados Relacionais

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Quem foi Ted Codd?

Edgar Frank “Ted” Codd foi um cientista de computação britânico que, enquanto trabalhava para a IBM, inventou o modelo relacional para a gestão de banco de dados, a base teórica para bancos de dados relacionais. Ele fez outras contribuições valiosas para a ciência da computação, mas o modelo relacional, uma teoria muito influente geral de gestão de dados, continua sendo seu mais citados. Em 1970 ele apareceu com 13 leis (numeradas de 0 à 12) que descreveriam o que é um banco de dados relacional e o que é um Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacionais faz e várias leis de normalização que descrevem as propriedades de dados relacionais. Apenas os dados que haviam sido normalizadas poderia ser considerado relacional.

 0 – Regra Fundamental:

  • Um SGBD relacional deve gerenciar seus dados usando apenas suas capacidades relacionais

1 – Regra da informação:

  • Toda informação deve ser representada de uma única forma, como dados em uma tabela

2 – Regra da garantia de acesso:

  • Todo dado (valor atômico) pode ser acessado logicamente (e unicamente) usando o nome da tabela, o valor da chave primária da linha e o nome da coluna.

3 – Tratamento sistemático de valores nulos:

  • Os valores nulos (diferente do zero, da string vazia, da string de caracteres em brancos e outros valores não nulos) existem para representar dados não existentes de forma sistemática e independente do tipo de dado.

4 – Catálogo dinâmico on-line baseado no modelo relacional:

  • A descrição do banco de dados é representada no nível lógico como dados ordinários (isso é, em tabelas), permitindo que usuários autorizados apliquem as mesmas formas de manipular dados aplicada aos dados comuns ao consultá-las.

5 – Regra da sub-linguagem compreensiva:

  • Um sistema relacional pode suportar várias linguagens e formas de uso, porém deve possuir ao menos uma linguagem com sintaxe bem definida e expressa por cadeia de caracteres e com habilidade de apoiar a definição de dados, a definição de visões, a manipulação de dados, as restrições de integridade, a autorização e a fronteira de transações.

6 – Regra da atualização de visões:

  • Toda visão que for teoricamente atualizável será também atualizável pelo sistema.

7 – Inserção, atualização e eliminação de alto nível:

  • A capacidade de manipular a relação base ou relações derivadas como um operador único não se aplica apenas a recuperação de dados, mas também a inserção, alteração e eliminação de dados.

8 – Independência dos dados físicos:

  • Programas de aplicação ou atividades de terminal permanecem logicamente inalteradas quaisquer que sejam as modificações na representação de armazenagem ou métodos de acesso internos.

9 – Independência lógica de dados:

  • Programas de aplicação ou atividades de terminal permanecem logicamente inalteradas quaisquer que sejam as mudanças de informação que permitam teoricamente a não alteração das tabelas base.

10 – Independência de integridade:

  • As relações de integridade específicas de um banco de dados relacional devem ser definidas em uma sub-linguagem de dados e armazenadas no catálogo (e não em programas).

11 – Independência de distribuição:

  • A linguagem de manipulação de dados deve possibilitar que as aplicações permaneçam inalteradas estejam os dados centralizados ou distribuídos fisicamente.

12 – Regra da Não-subversão:

  • Se o sistema relacional possui uma linguagem de baixo nível (um registro por vez), não deve ser possível subverter ou ignorar as regras de integridade e restrições definidas no alto nível (muitos registros por vez).

Icones para SGBDs

 O que é um banco de dados relacional?

Um banco de dados é um aplicativo que pode armazenar e recuperar dados muito rapidamente. O bit relacional refere-se à forma como os dados são armazenados no banco de dados e como ele está organizado. Quando falamos sobre o banco de dados, falamos sobre um banco de dados relacional, (na verdade um SGBDR – Sistema Gerenciador de Banco de Dados Relacionais).

Em um banco de dados relacional, todos os dados são armazenados em tabelas. Estas tabelas têm a mesma estrutura repetida em cada linha (como uma planilha de dados) e são as relações entre as tabelas que fazem uma “tabela relacional”.

Antes da bases de dados relacionais

Antes dos bancos de dados relacionais serem inventados (em 1970), outros tipos de base de dados como bancos de dados hierárquicos foram utilizados. No entanto bancos de dados relacionais foram muito bem sucedidos por empresas como Oracle, IBM e Microsoft e o mundo open source também tem os seus bancos de dados relacionais.

Exemplos de SGBDRs Commerciais

Exemplos de SGBDRs Gratuitos e de Codigo Aberto

Rigorosamente estes não são bancos de dados relacionais, mas SGBDRs. Eles oferecem segurança, criptografia, o acesso do usuário e podem processar consultas SQL.

O que é Normalização?:
É o processo de organização dos dados dentro de um banco de dados cujos objetivos principais são:

  1. Eliminar dados redundantes.
  2. Garantir que as dependências entre os dados façam sentido.

Considere uma planilha de registros de cliente que está em um banco de dados relacional. Alguns clientes têm a mesma informação, trabalham para uma mesma empresa logo tem o mesmo endereço de trabalho. Em uma planilha este endereço é escrito em várias linhas.

Nome Endereco de Trabalho
Antonio Avenida José Feltrin
Carlos Rua Major Antonio de Moraes
José Rua Major Antonio de Moraes
Rafael Rua Major Antonio de Moraes
Roger Avenida José Feltrin

Ao transformar a planilha em uma tabela normalizada, os endereços de todos os clientes do texto devem ser movidos para outra Tabela e cada um recebe um ID único com  os valores 0,1,2.

Tabela Empresas

Id_Empresa Nome_Empresa Endereco_Empresa
1 Casa da Madeira Avenida José Feltrin
2 Marmoraria Pedrada Rua Major Antonio de Moraes

Tabela Clientes:

Id_Cliente Nome_Cliente Endereco_Cliente
5 Antonio 1
2 Carlos 2
1 José 2
3 Rafael 2
4 Roger 1


Relação entre as tabelas: O campo Id_Empresa esta relacionado com o campo Endereco_Cliente.

Estes valores são armazenados na Coluna principal (ID_*) de modo que todas as linhas usem o ID e não o texto. Uma instrução SQL pode extrair o Endereço para um determinado ID. E ea poderia ser feita assim:

SELECT  Nome_Cliente, Endereco_Empresa
FROM cliente, empresa
WHERE cliente.Endereco_Cliente = Empresa.Id_Empresa;

E o resultado da consulta seria a tabela a seguir:

Nome_Cliente Endereco_Empresa
Roger Avenida José Feltrin
Antonio Avenida José Feltrin
José Rua Major Antonio de Moraes
Carlos Rua Major Antonio de Moraes
Rafael Rua Major Antonio de Moraes

O que é uma tabela?:

Pense nisso como uma espécie de planilha retangular composta de linhas e colunas. Cada coluna especifica o tipo de dados armazenados (números, caracteres ou dados binários – tais como imagens).

Diferentemente de uma planilha onde o usuário está livre para inserir dados diferentes em cada linha, em uma tabela de banco de dados, cada linha só pode conter os tipos de dados que foram especificados.

Na imagem acima podemos ver que na coluna Id_Empresa somente será permitida a inserção de números inteiros com extenção de no máximo 4 digitos. Já as colunas Nome_Empresa e Endereco_Empresa permitirão a inserção de qualquer cadeia de caracteres com extenção máxima de 50 caracteres.

Quais são as diferentes formas de armazenar dados em um banco de dados?:

Há duas maneiras:

  • Através de um servidor de banco de dados.
  • Através de um arquivo de banco de dados.

O uso de um arquivo de dados é o método mais antigo, mais adequado para aplicações de desktop. Um exemplo de aplicação é o Microsoft Access, no entanto, está sendo abandonado em favor do Microsoft SQL Server. O SQLite é uma excelente base de dados de domínio público escrito em C que armazena dados em arquivo.

Um servidor de banco de dados é um aplicativo de servidor em execução localou em um PC em rede. A maioria das grandes bases de dados são baseadas em SGBDs. Estes exigem mais da administração, mas são geralmente mais rápidos e mais robustos.

Como é que um aplicativo se comunica com um banco de banco de dados?:

Geralmente estes exigem os seguintes detalhes.

  • IP ou nome de domínio do servidor. Se é o no mesmo computador, utilize 127.0.0.1 ou localhost como o nome DNS;
  • Porta do Servidor: MySQL Para isso é geralmente 3306, 1433 para o Microsoft SQL Server;
  • Nome de usuário e senha;
  • Nome da base de dados.

Existem muitas aplicações que pode conversar com um servidor de banco de dados. Microsoft SQL Server Enterprise Manager tem suporte para criar bases de dados, definir a segurança, executar trabalhos de manutenção, as consultas e do projeto do curso e modificar as tabelas do banco de dados. Para o MySQL existe o SQLyog e outros.

O que é SQL?:

SQL é a abreviatura de Structured Query Language e é uma linguagem simples, que fornece instruções para criar e modificar a estrutura das bases de dados e para modificar os dados armazenados nas tabelas. Os principais comandos utilizados para modificar e recuperar dados são:

  • Select – Retorna dados;
  • Insert – Insere uma ou mais linhas de dados;
  • Update – Modifica os dados de linha (s) existente (s);
  • Delete – exclui linhas de dados;

Existem vários ANSI / ISO como ANSI 92, uma das mais populares. Isso define um subconjunto mínimo de instruções suportadas. A maioria dos fornecedores de compilador suporte a essas normas.

Conclusão:

Qualquer aplicação não trivial pode usar um banco de dados e um banco de dados baseado em SQL é um bom lugar para começar. Depois de ter dominado a configuração e administração de banco de dados, então você tem que aprender SQL para que ele funcione bem.

 A velocidade com que um banco de dados pode recuperar dados é impressionante e as novas aplicações SGBDR são complexas e altamente otimizadas.

Bases de dados de código aberto como o MySQL estão se aproximando do poder e usabilidade dos rivais comerciais e já conduziem muitos bancos de dados em sites.

Written by rafaelscosta

15 de janeiro de 2010 at 17:19

Windows 7 – Fazendo de seu notebook um Access Point

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Se você não tem um roteador wireless e gostaria de dividir a sua conexão com outros computadores ou dispositivos com conexão wifi  basta instalar o Connectify. Um programa bem simples que faz de seu notebook, ou computador com placa de rede sem fio, um HotSpot facilmente. Basta instalá-lo no modo típico do Windows, iniciá-lo e fazer as seguintes configurações:
  • Definir um nome para a conexão;
  • Definir uma senha;
  • Selecionar a  conexão a ser partilhada;
  • Clicar em Start Hotspot.
Simples assim. Para baixar o Conectify basta preencher um registro de 3 campos e só.
Eu uso aqui e ja dividi a conexão com 4 aparelhos simultâneamente sem erro algum. Não se esqueça de ligar a placa wireless do notebook servidor e boa navegação.

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Written by rafaelscosta

7 de janeiro de 2010 at 17:09

Lista de Proxy 2010

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Visite o Desbloqueando! Um site dedicado à proxies e métodos de desbloqueio de internet!

Segue uma lista de proxys funcionais para acessar sites bloqueados.

99 browse
250 Proxy
A1 Proxy
Alien Proxy
Anonr
Anon.me
Anonymizer
Anonymouse

Anonypath
Anonypath
Anonypost
Antiwebfilter
Aplusproxy
Apni Proxy
Army proxy
Backfox
BeatFiltering
Boss Dont know
Borat Proxy
Browse At Work
Btunnel
Bypass for you
Can’t Bust Me
Cecid
Cgi-proxy
Click Cop
Cloaker
Concealme
Ctunnel
Dejacey
Drpruxy
Dtunnel
Fly Proxy
Free Proxy
Free Proxy
Freetoview
Free Usa Proxy
Fsurf
Gold Proxies
Hide And Go Surf
Hide-me
Hide My Ass!
Hide My Info
Hostph
Hujiko
Idoxy
Instant unblock

Link2caro
Live 3
MathTunnel
Mfp
Mint Proxy
Mister Proxy
Mr Proxy
My Proxysurfer
MyspaceProxy365
My Web Tunnel
Neat Proxy
Ninja Proxy
Ninja Cloak
OlympicProxy
Our Proxy
Page Wash
Pawxy
Proxify
Proxy.org
Peoples Proxy
Perl Proxy
Phproxy
Phproxy
Pimpmyip
Pimp Proxy
Porno Proxy
Proxatron
Proxify
Proxify
Proxify
Proxrio
Proxy.org
Proxy
Proxy77
Proxy Browsing
Proxy Buddy
Proxy Buster
Proxy Devil
Proxy For All
Proxy Genie
Proxy Lord
Proxy Mafia
Proxy Mouse
Proxy Nut
Kproxy
Kroxy
Lets Bunk
Safe For Work
Safe Hazard
Site Surf
Smart Proxy
Sneaky student
Snoop Block
Some Proxy
Spysurfing
Spy Proxy
Sure Proxy
Surfall
Surf-anon
Swift Unblocker
Switch Proxy
Texas Proxy
The cloak
The Proxy
Thevid
Tnt Proxy
Torify
Unblock
Unblock my site
Unblock My Space
Undirect
Virtual-browser
Vpntunnel
Vtunnel
Website Proxy
White Proxy
Wkccp
Work Browse
World Want
Your Proxy
Proxy Pimp
Proxy Prince
Proxy Surfing
Proxy Tap
Proxy The Web
Proxy Through

Proxy Web
Prxxy
Quiet Proxy
Invisible Surfing
Ipsecret
Kaz Proxy
Proxyweb

Written by rafaelscosta

19 de dezembro de 2009 at 21:49

Publicado em Dica, Proxy, Web

Amazon L104 – Drivers Para Windows 7

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No mesmo dia que recebi o notebook Amazon L-104 tive que instalar o Windows nele. Faço faculdade de Sistemas de Informação e preciso usar o Visual Studio em uma cadeira, acabei instalando o Windows XP e percebi que o driver da placa de som que vinha no cd era incompatível com a placa do notebook.. Logo depois instalei o Windows 7 no e a primeira coisa que eu percebi foi que todos os drivers foram instalados automaticamente, tanto na versão 32 bits quanto na 64 bits. Sim mas o driver de som e de video são muito genéricos e é necessário atualizá-los.
Você pode baixar o driver de audio no site da Realtek (link).
Também vai ter que baixar o  driver de video no site da SIS (link).
E também o gerenciador de energia para melhorar a performance da bateria. Este driver o próprio windows 7 te avisa e manda o link.

Para baixar todos os drivers de uma vez só clique aqui.


O problema é que esse driver da realtek não funcionou muito bem na versão 64 bits, e teve gente que reclamou da versão de 32 bits também. O som para músicas ate fica bom, mas quando assistia algum video ficava insuportável. Pesquisei e encontrei o X-FI, que é um driver “alternativo” que funciona muito bem.

Bom, se você quer todos os drivers basta baixar este arquivo (link), que eu hospedei ja zipado.
Ah, ja ia me esquecendo. o driver para a placa Wireless no Windows XP é esse aqui (link).
Boa sorte!

Written by rafaelscosta

2 de dezembro de 2009 at 23:37